MINICURSO ONLINE E

GRATUITO

24 a 30 de Setembro de 2018

Com a Fonoaudióloga

ALINE PADOVANI

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O QUE VOCÊ VAI APRENDER

Nutrindo um cérebro em desenvolvimento

Como um bebê aprende a comer?

A importância da conexão entre o bebê e seu cuidador

A papinha é necessária?

O bebê não engasga?

Como o estilo de criação pode impactar na alimentação infantil a curto, médio e longo prazo

A Introdução Alimentar Participativa e o Baby-led Weaning como estratégias de Educação Alimentar

O que se espera para os resultados futuros de alimentação?

EDUCAÇÃO ALIMENTAR

COMO APRENDEMOS A COMER?

Todo bebê tem uma necessidade intrínseca de aprender sobre o mundo que o rodeia.

E é na introdução alimentar que o bebê tem seu primeiro contato com o fascinante mundo da alimentação, inserindo-se em seu meio social e cultural, criando estratégias cognitivas básicas para aprender, gradativamente, a se auto-alimentar e aos poucos adquirir conhecimento sobre si próprio, seus gostos, quereres, vontades e dessabores.

Novas conexões, novas descobertas, milhares de possibilidades de aprendizagem, extremamente dependentes do ambiente e das oportunidades.

Este minicurso é um convite para ampliar sua visão sobre a introdução alimentar do bebê, entendendo todo o potencial de aprendizagem dessa fase, plantando a sementinha para colher os melhores resultados de alimentação possíveis no futuro!

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QUEM É ALINE PADOVANI?

Olá! Eu sou Aline Padovani, Fonoaudióloga com graduação e mestrado pela USP-SP, especializada na Avaliação e Tratamento dos Distúrbios da Deglutição, na Promoção de Saúde através da Alimentação Complementar e na Avaliação e Manejo das Dificuldades Alimentares na Primeira Infância. Sou autora do Blog Tá na Hora do Papá e idealizadora do CONALCOlab, um portal de informação que visa o empoderamento familiar e a capacitação profissional à distância. 

Minha missão é ampliar e difundir uma introdução alimentar regada à autonomia, respeito e oportunidades multissensoriais! Como mãe e profissional da área da saúde, sei o quanto esse processo pode ser difícil e desafiador. É necessário informação e apoio, para que os cuidadores sempre tenham em mente quem é o real protagonista de todo esse processo: o bebê.